Sou professora de Língua Portuguesa e Literaturas, mas na rede estadual atuo na área de tecnologia educacional, já na privada, trabalho com o segundo segmento do E. F. Procuro apresentar o conteúdo a ser explorado, perguntando sobre o que já se ouviu falar sobre. Depois do debate, procuro dar a definição de dicionários e gramáticas, etimologia, e/ou de especialistas na área.
A pesquisa é uma prática na disciplina, como por exemplo, quando tratamos de artigo de opinião, onde discutimos os diferentes pontos de vista sobre o mesmo assunto. Procuro buscar pontos de vista controversos sobre a mesma questão, textos de opinião escritos por especialistas, vídeos e pesquisa na Web. As pesquisas são trazidas para a escola, a fim de que façamos um trabalho a partir delas, bem como textos coletivos, dessa forma, tentamos diminuir o “recorte e cole”.
Aprendo muito com os alunos, cotidiano e notícias, porque como eles estão sempre “antenados” em rádios, TV e internet, conhecem detalhes de informações que li a manchete. Antes do recesso, tive uma verdadeira aula sobre a “gripe suína”!
O mesmo ocorre com as literaturas juvenis estrangeiras, que eles leem, debatem e me levam a ler o que antes prejulgava desnecessário. O aprendizado é diário!
Com os colegas de profissão, a aprendizagem, na maioria das vezes, é a nível pedagógico, sobre estratégias e recursos para melhoraria do ensino. Busco formas e maneiras prazerosas para as aulas, principalmente àquelas que exigem maior concentração e não despertem prazer. Sinto-me receosa ao experimentar as mudanças planejadas, só ficando tranquila na avaliação final. Às vezes me saio bem, em outras preciso reavaliar a prática, pois alguns não estão preparados para receber as informações como planejei.
Mudanças na educação são necessárias. Precisamos estar atentas nas diversas formas de ensinar e de aprender.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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