sábado, 12 de dezembro de 2009
O Mito da Telinha — ou O Paradoxo do Fascínio da Educação Mediada pelo computador
Inegáveis são os ganhos obtidos com a
utilização do computador no nosso dia-adia,
não apenas na educação, mas em todos
(absolutamente todos) os campos das
atividades humanas.
Graziela Giusti Pachane
utilização do computador no nosso dia-adia,
não apenas na educação, mas em todos
(absolutamente todos) os campos das
atividades humanas.
Graziela Giusti Pachane
Atividade 3.2: Conhecendo repositórios de material digital
Navegando à procura de informações sobre pensadores educacionais, encontrei este excelente site da prefeitura do Rio de Janeiro.
http://www.multirio.rj.gov.br/cime/index.html
O site da Revista Nova Escola traz ideias e planejamentos para melhoria da qualidade de sua aula.
http://revistaescola.abril.com.br/
Blog onde aparece resenhas de livros e filmes, com textos inteligentes e acessíveis para o trabalho educacional.
http://www.amalgama.blog.br/
Repositórios mais utilizados:
www.youtube.com.br/
http://www.dominiopublico.gov.br
http://portaldoprofessor.mec.gov.br
http://www.portacurtas.com.br
http://www.multirio.rj.gov.br/cime/index.html
O site da Revista Nova Escola traz ideias e planejamentos para melhoria da qualidade de sua aula.
http://revistaescola.abril.com.br/
Blog onde aparece resenhas de livros e filmes, com textos inteligentes e acessíveis para o trabalho educacional.
http://www.amalgama.blog.br/
Repositórios mais utilizados:
www.youtube.com.br/
http://www.dominiopublico.gov.br
http://portaldoprofessor.mec.gov.br
http://www.portacurtas.com.br
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
VÍDEO "SALTOS NO TEMPO"
O vídeo é uma apresentação realizada por profissionais da dança. Envolvendo o corpo, ao som de palmas e de movimentos sincronizados, nos leva a refletir sobre a importância do trabalho coletivo na escola, onde o êxito e o sucesso dependem da participação e da cooperação de cada um dos envolvidos no processo ensino e aprendizagem.
http://www.youtube.com/watch?v=L3XlxbNxjqg
http://www.youtube.com/watch?v=L3XlxbNxjqg
Atividade 2.7 – Relato da experiência

O projeto: “EDUCAÇÃO FISCAL: CONSTRUINDO SIGNIFICADOS”, foi desenvolvido com professores e alunos do curso Normal.
Objetivo Geral: Promover e institucionalizar a educação fiscal para o pleno exercício da cidadania, através de atividades utilizando a navegação pelos hipertextos.
Objetivos:
Estabelecer encontros de formação contínua com professores em torno da Educação Fiscal;
Reconhecer a importância de inserir a Educação Fiscal no PPP da Unidade Escolar;
Sensibilizar quanto à construção de significados e conceitos para a educação fiscal, através de sites e hipertextos.
Fomentar discussões a fim de criar um hipertexto, definindo conceitos e significados a cerca da educação fiscal.
Avaliação:
Construção de um plano de ação a ser implementado nas unidades escolares onde os professores estiverem lotados e, no caso dos normalistas, a elaboração e organização de aulas práticas e oficinas com os alunos do Ensino Fundamental do Instituto.
Durante o desenvolvimento do projeto, professores e alunos, utilizaram todos os espaços disponíveis do instituto: o LIED, a sala de reuniões e a sala multimídia. Assim, conseguiram explorá-los através de pesquisas para conhecer os gráficos e textos a cerca do tema.
Logo após propiciarmos o conhecimento destes, começamos a trabalhar a construção dos hipertextos. Após a produção de seus hipertextos, os alunos e professores postaram suas produções em seus blogs. Divulgaram o endereço dos blogs e apresentaram suas estratégias para prática pedagógica.
Essa experiência foi proveitosa, pois alunos e professores puderam associar tecnologia a reflexão do pleno exercício da cidadania.
2.5 – Planejando atividades com hipertexto

Projeto: EDUCAÇÃO FISCAL: CONSTRUINDO SIGNIFICADOS
Tema: Disseminação da Educação Fiscal
Objetivo Geral: Promover e institucionalizar a educação fiscal para o pleno exercício da cidadania, através de atividades utilizando a navegação pelos hipertextos.
Metas:
Produzir slides e vídeos com a participação de todos envolvidos no projeto.
Atividades no laboratório de informática;
Construção de blogs e Webquests;
Utilização das ferramentas do Office, na confecção de tabelas e gráficos;
Oficinas de edição de imagem de pequenos vídeos.
Objetivos:
Estabelecer encontros de formação contínua com professores em torno da Educação Fiscal;
Reconhecer a importância de inserir a Educação Fiscal no PPP da Unidade Escolar;
Sensibilizar quanto à construção de significados e conceitos para a educação fiscal, através de sites e hipertextos.
Fomentar discussões a fim de criar um hipertexto, definindo conceitos e significados a cerca da educação fiscal.
Áreas do Conhecimento:
Ética – Sociologia – Pesquisa – Fundamentos de prática de ensino.
Conteúdos:
PPP
Ética e cidadania
Educação Fiscal
Recursos
· Laboratório de informática (computador, internet);
· DVD;
· Data show;
· Máquina digital;
· Filmadora;
Local de realização:
Instituto de Educação Carlos Pasquale
Período de realização:
Novembro de 2009
Público alvo:
Professores regentes do instituto e das escolas da redondeza, e alunos do curso normal.
Avaliação:
Construção de um plano de ação a ser implementado nas unidades escolares onde os professores estiverem lotados e, no caso dos normalistas, a elaboração e organização de aulas práticas e oficinas com os alunos do Ensino Fundamental do Instituto.
Navegação à deriva - comentário

O poema Navegar à deriva, fala do quanto pode ser interessante navegarmos sem destino, sem propósito. Ao lermos o poema no contexto em q estamos inseridos, lembramos q ao navegar na internet, muitas vezes, nos perdemos do foco, clicamos em links, abrimos páginas q não esperávamos, lemos textos q não foram buscados, etc. Essa navegação à deriva atrapalha o foco, mas quantas experiências e mundos conhecemos nessa navegação ? Precisamos mostrar aos nossos alunos, que a internet é local de leitura e, que diferente de como pensavam antes do advento dela, gostar de ler não significa só ler livrs clássicos, mas leituras q vão interessar o leitor competente, a leitura de mundo.
Navegação à deriva

Quem navega à deriva
sabe que há vida além dos mares nos mapas
além das bússolas, astrolábios, diários de bordo
além das lendas dos monstros marinhos, dos mitos
quem navega à deriva
acredita que há nos mares miragens, portos
inesperados, ilhas flutuantes, botes e salva-vidas
água potável, aves voando sobre terra, vertigem
quem navega à deriva
aprende que há mares dentro do mar à vista
profundidade secreta, origem do mundo, poesia
escrita cifrada à espera de quem lhe dê sentido
quem navega à deriva
se perde da costa, do farol na torre, dos olhares
atentos, dos radares, das cartas de navegação
imigra para mares de imprevista dicção.
Marcus Vinicius
O que é hipertexto?
HIPERTEXTO
Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal.
Termo cunhado por Theodor H. Nelson, que o propôs pela primeira vez em 1965, numa comunicação apresentada à Conferência Nacional da Association for Computing Machinery, nos Estados Unidos. O hipertexto é uma forma não linear de apresentar a informação textual, uma espécie de texto em paralelo, que se encontra dividido em unidades básicas, entre as quais se estabelecem elos conceItuais. Este tipo de texto eletrônico, cuja existência física consiste num código digital armazenado no disco rígido do computador e na sua memória operativa, depende em exclusivo da ciência do leitor em manipular os elos conceItuais que se estabelecem entre as unidades de informação ou grupos de unidades que podem distribuir-se e circular por todo o mundo.
O sistema de hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web, no entanto a Internet não é o único suporte onde este modelo de organização da informação e produção textual se manifesta.
Atualmente a palavra hipertexto tem sido em geral aceita para textos ramificados e responsivos, mas muito menos usada é a palavra correspondente "hipermídia", que significa ramificações complexas e gráficos, filmes e sons responsivos - assim como texto. Em lugar dela usa-se o estranho termo "multimídia interativa", quatro sílabas mais longa, e que não expressa a ideia de hipertexto estendido.
Ao longo da história da humanidade a maioria dos registros feitos, em se tratando de narrativa textual, foram em forma de metanarrativas, que são as narrativas retóricas e lineares, com classificações hierárquicas e de forma que a leitura não é feita baseada em associações, como acontece no hipertexto. Tanto em registros religiosos quanto em livros didáticos a narrativa segue uma temporalidade linear, do mais antigo ao recente, de acontecimentos subsequentes por períodos históricos, e por outros fatores próprios do projeto da modernidade. Porém no mundo contemporâneo nos deparamos com o excesso de informações e a urgência de seleção dessas informações. A estrutura de uma narrativa hipertextual vem permitir melhor desempenho nesta seleção de informações.
O hipertexto é um dos paradigmas básicos em que a teia mundial se baseia. Ele é uma espécie de texto multi-dimensional em que numa página trechos de texto se intercalam com referências a outras páginas. Clicando com o ``mouse'' numa referência destas a página corrente é substituída pela página referenciada.
Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal.
Termo cunhado por Theodor H. Nelson, que o propôs pela primeira vez em 1965, numa comunicação apresentada à Conferência Nacional da Association for Computing Machinery, nos Estados Unidos. O hipertexto é uma forma não linear de apresentar a informação textual, uma espécie de texto em paralelo, que se encontra dividido em unidades básicas, entre as quais se estabelecem elos conceItuais. Este tipo de texto eletrônico, cuja existência física consiste num código digital armazenado no disco rígido do computador e na sua memória operativa, depende em exclusivo da ciência do leitor em manipular os elos conceItuais que se estabelecem entre as unidades de informação ou grupos de unidades que podem distribuir-se e circular por todo o mundo.
O sistema de hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web, no entanto a Internet não é o único suporte onde este modelo de organização da informação e produção textual se manifesta.
Atualmente a palavra hipertexto tem sido em geral aceita para textos ramificados e responsivos, mas muito menos usada é a palavra correspondente "hipermídia", que significa ramificações complexas e gráficos, filmes e sons responsivos - assim como texto. Em lugar dela usa-se o estranho termo "multimídia interativa", quatro sílabas mais longa, e que não expressa a ideia de hipertexto estendido.
Ao longo da história da humanidade a maioria dos registros feitos, em se tratando de narrativa textual, foram em forma de metanarrativas, que são as narrativas retóricas e lineares, com classificações hierárquicas e de forma que a leitura não é feita baseada em associações, como acontece no hipertexto. Tanto em registros religiosos quanto em livros didáticos a narrativa segue uma temporalidade linear, do mais antigo ao recente, de acontecimentos subsequentes por períodos históricos, e por outros fatores próprios do projeto da modernidade. Porém no mundo contemporâneo nos deparamos com o excesso de informações e a urgência de seleção dessas informações. A estrutura de uma narrativa hipertextual vem permitir melhor desempenho nesta seleção de informações.
O hipertexto é um dos paradigmas básicos em que a teia mundial se baseia. Ele é uma espécie de texto multi-dimensional em que numa página trechos de texto se intercalam com referências a outras páginas. Clicando com o ``mouse'' numa referência destas a página corrente é substituída pela página referenciada.
Navegação em hipertexto
Navegar com destino e procurar o verbete “Hipertexto”, me levou há vários verbetes e expressões comuns no mundo virtual, e que para mim eram desconhecidos. Os sentidos etimológicos e significados de cada palavra e expressão na Wikipédia, me remeteu ao nosso bom e velho dicionário e as nossas enciclopédias da infância.
Lá também, quando fazíamos nossa pesquisa, apareciam expressões e termos que tínhamos que buscar outros livros para desvendar. O tempo passou, tudo mudou, (graças a Deus) e a pesquisa ficou mais atraente, mais rápida, com cores vivas e cheiro de modernidade.
O diferencial maior na pesquisa pela Internet é a possibilidade de não só ficar na leitura dos textos ali presentes, mas também, introduzir os textos que produzimos, criando novos links. Isso é bem interessante, quando falamos de Língua Portuguesa e Internet aliadas à produção de textos de diferentes gêneros e que poderão ser usados por todos da “World Wild Web”.
Deixamos de ser meros observadores e contempladores dos textos de pesquisa, e passamos a interagir com eles, passando para o lado do autor dos textos que são postados na Rede todos os dias. Trabalhando o hipertexto, tornamos os alunos co-autores de textos, que antes seriam copiados e colados, oportunizando a autonomia e independência, bem como responsabilidade com aquilo que se escreve, porque há preocupação para quem se escreve. Toda essa motivação na aprendizagem torna o ato de pesquisar criativo e interessante.
Lá também, quando fazíamos nossa pesquisa, apareciam expressões e termos que tínhamos que buscar outros livros para desvendar. O tempo passou, tudo mudou, (graças a Deus) e a pesquisa ficou mais atraente, mais rápida, com cores vivas e cheiro de modernidade.
O diferencial maior na pesquisa pela Internet é a possibilidade de não só ficar na leitura dos textos ali presentes, mas também, introduzir os textos que produzimos, criando novos links. Isso é bem interessante, quando falamos de Língua Portuguesa e Internet aliadas à produção de textos de diferentes gêneros e que poderão ser usados por todos da “World Wild Web”.
Deixamos de ser meros observadores e contempladores dos textos de pesquisa, e passamos a interagir com eles, passando para o lado do autor dos textos que são postados na Rede todos os dias. Trabalhando o hipertexto, tornamos os alunos co-autores de textos, que antes seriam copiados e colados, oportunizando a autonomia e independência, bem como responsabilidade com aquilo que se escreve, porque há preocupação para quem se escreve. Toda essa motivação na aprendizagem torna o ato de pesquisar criativo e interessante.
Pesquisando sobre o trabalho por projeto

Uma pesquisa sobre experiências desenvolvidas com projetos
Análise do projeto escolar "MUDANÇAS AMBIENTAIS"
Pesquisei na internet o projeto "Mudanças Ambientais", no blog Minhas Curiosidades1. O projeto foi realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Renato Ribeiro Coutinho, em São Paulo, envolvendo o 1º ano do ensino médio, mas toda a comunidade escolar inserida.
No início, os professores e o gestor solicitaram da Secretaria de Educação, um curso de LINUX educacional para todos, para que pudessem adquirir conhecimento da nova ferramenta pedagógica, TIC's (10 computadores) e melhorar o processo ensino aprendizagem e o relacionamento escola/comunidade.
Geografia,História e Língua Portuguesa, foram as disciplinas envolvidas, mas as atividades poderiam ser aproveitadas pelas outras que desejassem se incorporar às propostas. Os Conteúdos desenvolvidos, foram: AGUA: Hidrosfera, Recursos Hídricos e Desertificação. AR: Atmosfera, Ar e Clima e Mudanças Climáticas. TERRA: Biosfera, Biodiversidade e Desflorestamento. FOGO: Sociósfera, Energia e Mobilidade.
A dinâmica de trabalho consistia em dividir a turma em quatro grupos para pesquisar sobre: água, ar, terra e fogo; Produzir textos narrativos, descritivos ou histórias em quadrinhos; Construir uma maquete para demonstrar a evolução histórica do clico original, o impacto da intervenção humana e como se encontra o Mundo em que vivemos. Visitar a internet para buscar apoio junto a especialista na área; Criar um blog para os alunos e a comunidade divulgar as ações da escola. A duração era de dois meses.
O projeto teve como objetivo, integrar a comunidade escolar ao uso das TIC’s, e para que isso ocorresse lançou mão dos conhecimentos das disciplinas já citadas, no uso dos recursos das TIC’s, já existentes na escola e os novos recursos adquiridos de forma multidisciplinar.
Conhecendo uma experiência
Procurar conhecer uma experiência didática com o uso de recursos tecnológicos envolvendo conteúdos curriculares.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=563
Reescrevendo estórias: A cigarra e a formiga
As aulas deram oportunidade aos alunos de analisar, interpretar, conceituar e reescrever fábulas, a partir do exemplo de “A cigarra e a Formiga”, de La Fontaine. À eles foi mostrado os valores morais empregados nesse gênero textual e como eles podem ser modificados com a reescrita.
Além do texto escrito, a professora fez uso da tecnologia, proporcionando a navegação em sites literários, que apresentavam outras versões da fábula, possibilitando à eles que criassem suas fábulas e visualização de vídeo.
A avaliação foi coletiva, pois o grupo deveria observar atentamente a participação dos outros nas discussões e no acesso ao hipertexto do trabalho escrito, possibilitando a cada um uma auto-avaliação.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=563
Reescrevendo estórias: A cigarra e a formiga
As aulas deram oportunidade aos alunos de analisar, interpretar, conceituar e reescrever fábulas, a partir do exemplo de “A cigarra e a Formiga”, de La Fontaine. À eles foi mostrado os valores morais empregados nesse gênero textual e como eles podem ser modificados com a reescrita.
Além do texto escrito, a professora fez uso da tecnologia, proporcionando a navegação em sites literários, que apresentavam outras versões da fábula, possibilitando à eles que criassem suas fábulas e visualização de vídeo.
A avaliação foi coletiva, pois o grupo deveria observar atentamente a participação dos outros nas discussões e no acesso ao hipertexto do trabalho escrito, possibilitando a cada um uma auto-avaliação.
As tecnologias existentes na minha escola

Sabemos que não só aparatos são considerados tecnologias, então além destes, dispomos de muitas outras tecnologias na escola.
Os professores e alunos utilizam o laboratório de informática, a sala de multimeios, os vídeos e DVDs educacionais.
Além de ter inserido em seu prédio um Núcleo de Tecnologia Educacional, os professores do Curso Normal, carro-chefe do ensino ministrado no instituto, desenvolvem atividades preparando os futuros professores para o uso dos adventos existentes, a fim de enriquecer e aprimorar as aulas. Dessa forma, contamos com o preparo desses alunos para um mercado de trabalho mais exigente e tão necessitado de professores engajados na interdisciplinaridade e que busquem meios para modernizar o ensino.
Educação e Tecnologia
“[...] É necessário repensar a escola e a educação no sentido mais amplo. A escola deve ser menos lecionadora e mais organizadora de conhecimento, articuladora dos diversos espaços do conhecimento.” (Dowbor, L., 2001)
Acredito que o professor já passou da fase de ter "medo" ou "receio" de utilizar as mídias em sua prática educativa. O que vejo é um despreparo no âmbito do "como fazer?". O professor recebe as máquinas, tem seu lindo laboratório, outras mídias disponíveis como jornal, rádio e etc. Mas o que fazer de concreto com todo esse aparato ? Que contribuição significativa o meu aluno terá com tudo isso ? De que maneira os conteúdos curriculares necessários para ele, podem ser facilitados ou apreendidos? Além de toda infraestrutura computacional tecnológica, falta ao professor ideias de atividades, que por ele são consideradas indispensáveis para que seu aluno avance, utilizando as tecnologias. Que não fique só na ilustração ou só no figurativo, mas que esse aluno faça uma leitura crítica desses meios. O discurso é lindo, mas volto a ideia inicial, como fazer ??? O professor precisa de oficinas que o treinem (literalmente) para o uso das tecnologias com determinados conteúdos, que o facilite na entrada da turma no laboratório, sem a intervenção do gestor, mas tornando-o autônomo em seu trabalho educacional. As oficinas aconteceriam semanalmente ou quinzenalmente, mas sempre com um retorno em forma de relatórios e exposição de experiências para os outros presentes. Acredito que SÓ assim poderemos fazer a inserção verdadeira da tecnologia na sala de aula e na prática do professor.
Acredito que o professor já passou da fase de ter "medo" ou "receio" de utilizar as mídias em sua prática educativa. O que vejo é um despreparo no âmbito do "como fazer?". O professor recebe as máquinas, tem seu lindo laboratório, outras mídias disponíveis como jornal, rádio e etc. Mas o que fazer de concreto com todo esse aparato ? Que contribuição significativa o meu aluno terá com tudo isso ? De que maneira os conteúdos curriculares necessários para ele, podem ser facilitados ou apreendidos? Além de toda infraestrutura computacional tecnológica, falta ao professor ideias de atividades, que por ele são consideradas indispensáveis para que seu aluno avance, utilizando as tecnologias. Que não fique só na ilustração ou só no figurativo, mas que esse aluno faça uma leitura crítica desses meios. O discurso é lindo, mas volto a ideia inicial, como fazer ??? O professor precisa de oficinas que o treinem (literalmente) para o uso das tecnologias com determinados conteúdos, que o facilite na entrada da turma no laboratório, sem a intervenção do gestor, mas tornando-o autônomo em seu trabalho educacional. As oficinas aconteceriam semanalmente ou quinzenalmente, mas sempre com um retorno em forma de relatórios e exposição de experiências para os outros presentes. Acredito que SÓ assim poderemos fazer a inserção verdadeira da tecnologia na sala de aula e na prática do professor.
PROFESSOR APRENDIZ
Sou professora de Língua Portuguesa e Literaturas, mas na rede estadual atuo na área de tecnologia educacional, já na privada, trabalho com o segundo segmento do E. F. Procuro apresentar o conteúdo a ser explorado, perguntando sobre o que já se ouviu falar sobre. Depois do debate, procuro dar a definição de dicionários e gramáticas, etimologia, e/ou de especialistas na área.
A pesquisa é uma prática na disciplina, como por exemplo, quando tratamos de artigo de opinião, onde discutimos os diferentes pontos de vista sobre o mesmo assunto. Procuro buscar pontos de vista controversos sobre a mesma questão, textos de opinião escritos por especialistas, vídeos e pesquisa na Web. As pesquisas são trazidas para a escola, a fim de que façamos um trabalho a partir delas, bem como textos coletivos, dessa forma, tentamos diminuir o “recorte e cole”.
Aprendo muito com os alunos, cotidiano e notícias, porque como eles estão sempre “antenados” em rádios, TV e internet, conhecem detalhes de informações que li a manchete. Antes do recesso, tive uma verdadeira aula sobre a “gripe suína”!
O mesmo ocorre com as literaturas juvenis estrangeiras, que eles leem, debatem e me levam a ler o que antes prejulgava desnecessário. O aprendizado é diário!
Com os colegas de profissão, a aprendizagem, na maioria das vezes, é a nível pedagógico, sobre estratégias e recursos para melhoraria do ensino. Busco formas e maneiras prazerosas para as aulas, principalmente àquelas que exigem maior concentração e não despertem prazer. Sinto-me receosa ao experimentar as mudanças planejadas, só ficando tranquila na avaliação final. Às vezes me saio bem, em outras preciso reavaliar a prática, pois alguns não estão preparados para receber as informações como planejei.
Mudanças na educação são necessárias. Precisamos estar atentas nas diversas formas de ensinar e de aprender.
A pesquisa é uma prática na disciplina, como por exemplo, quando tratamos de artigo de opinião, onde discutimos os diferentes pontos de vista sobre o mesmo assunto. Procuro buscar pontos de vista controversos sobre a mesma questão, textos de opinião escritos por especialistas, vídeos e pesquisa na Web. As pesquisas são trazidas para a escola, a fim de que façamos um trabalho a partir delas, bem como textos coletivos, dessa forma, tentamos diminuir o “recorte e cole”.
Aprendo muito com os alunos, cotidiano e notícias, porque como eles estão sempre “antenados” em rádios, TV e internet, conhecem detalhes de informações que li a manchete. Antes do recesso, tive uma verdadeira aula sobre a “gripe suína”!
O mesmo ocorre com as literaturas juvenis estrangeiras, que eles leem, debatem e me levam a ler o que antes prejulgava desnecessário. O aprendizado é diário!
Com os colegas de profissão, a aprendizagem, na maioria das vezes, é a nível pedagógico, sobre estratégias e recursos para melhoraria do ensino. Busco formas e maneiras prazerosas para as aulas, principalmente àquelas que exigem maior concentração e não despertem prazer. Sinto-me receosa ao experimentar as mudanças planejadas, só ficando tranquila na avaliação final. Às vezes me saio bem, em outras preciso reavaliar a prática, pois alguns não estão preparados para receber as informações como planejei.
Mudanças na educação são necessárias. Precisamos estar atentas nas diversas formas de ensinar e de aprender.
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